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Serviços Especializados
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Desratização
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Controle de Pragas
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Por que Escolher a Dedetizadora Compasan?
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Serviços de Dedetização em Jacobina
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Sobre Jacobina BA
Jacobina, também conhecida como a Cidade do Ouro[8], é um município brasileiro no interior e norte do estado da Bahia, criado em 1722. Localiza-se a latitude 11º10’50” sul e a longitude 40º31’06” oeste, estando a uma altitude de 463 metros. Sua população estimada em 2020 era de 80 635 habitantes.
Rodeada por serras, morros, lagos, rios, fontes e cachoeiras, Jacobina se apresenta como excelente destino para os apreciadores do turismo ecológico. Situada na região norte da Bahia, no extremo norte da Chapada Diamantina, Jacobina fica a 339 quilômetros de Salvador e se tornou conhecida como a Cidade do Ouro, uma herança das minas de ouro que atraíram os bandeirantes paulistas no início do século XVII.[carece de fontes]
Além das belezas naturais e das minas, Jacobina possui um rico patrimônio histórico-cultural, que pode ser percorrido com auxílio de guias turísticos. O município conta com mais de 600 leitos, distribuídos em 241 apartamentos de 13 hotéis e pousadas.[carece de fontes]
O principal polo do ecoturismo jacobinense é a vila de Itaitu.[carece de fontes]
Saiba Mais
História
Ocupação indígena anterior à colonização portuguesa
Os primeiros habitantes da região foram os povos indígenas, chamados genericamente de “tapuias”, dentre os quais se destacaram os da etnia Payayá. Um deles, um velho cacique chamado Jacó, era o mais influente, tendo por companheira uma sábia mulher chamada Bina. Essa memória oral tem sido reproduzida por vários moradores.[9]
Primeiras entradas, bandeiras e início do extrativismo do ouro
Em princípios do século XVII, a invasão de bandeirantes e portugueses no interior da Capitania da Bahia em busca de minas de ouro que haviam sido encontradas em terras do atual município de Jacobina que eram conhecidas como o “Sertão das Jacobinas”, extensa área que abrangia um território existente entre o rio Itapicuru-Açu e o rio Paraguaçu, contribuiu para o início do povoamento da região por colonos portugueses e mestiços luso-brasileiros e para o começo do apagamento da memória dos povos indígenas que ocupavam o território antes.[10]
Uma das primeiras entradas na região em busca de minérios preciosos e do aprisionamento de indígenas para a sua escravização foi a realizada pelo bandeirante Belchior Dias Moreia, sertanista ligado por laços de parentesco com Caramuru, Belchior Dias alegara ter encontrado minas de prata, informação que não se comprovou na prática. Em 1630, seu sobrinho Francisco Dias d’Ávila, que era ligado também por parentesco aos latinfundiários da Casa da Torre, apareceu na região com o mesmo propósito do tio.[10]
Depois das entradas de Belchior Dias Moréia e de Francisco Dias d’Ávila, por volta de 1652, a região recebe um grande contigente de pessoas com a mineração ocupando 700 bateias. Neste momento, teria ocorrido a chegada de Antônio de Brito Correia e, depois, de prepostos da família Guedes de Brito, que era na época proprietária de uma das maiores sesmarias do Brasil Colonial, ocupando boa parte do chamado “Sertão das Jacobinas” e outras partes do interior das capitanias da Bahia e de Ilhéus, sendo que estes colonizadores lusitanos vieram acompanhados com muitos colonos e escravos.[carece de fontes]
Nesse mesmo período, ocorreram as atividades de criação de gado pelos chamados “curraleiros”, vinculados especialmente às famílias da Casa da Torre e dos Guedes de Brito, além do plantio de culturas agrícolas para a subsistência da população na região. À proporção que aumentava o fluxo de pessoas para o garimpo na região, o arruado, a margem do rio Itapicuru-Mirim ia crescendo rapidamente.[carece de fontes]
Enquanto o garimpo se ampliava pelas terras do Sertão das Jacobinas, a presença indígena na região começa a diminuir com os indígenas remanescentes sendo submetidos a aldeamentos impostos pelas autoridades coloniais portuguesas e administrados por missionários cristãos para fins de catequese indígena.[11]
Assim, no século XVII, a Companhia de Jesus fundou em Jacobina Velha (local que posteriormente formaria o município de Campo Formoso, mas no passado pertenceu ao município de Jacobina) um aldeamento missionário chamado de Missão de São Francisco Xavier. Esta missão jesuítica reuniu indígenas cariris, sapoyás, separenhenhupãs, secaquerinhéns, borcás, cuparãs e payáyás.[12]
Em 1706, sob o incentivo do colono e latifundiário luso-brasileiro Antônio da Silva Pimentel[13], possuidor de terras na região, que havia peticionado no ano anterior para a rainha infante de Portugal, foi estabelecida em Jacobina a Missão do Bom Jesus da Glória de Jacobina ou simplesmente Bom Jesus da Jacobina”, aldeamento indígena fundado por missionários franciscanos que contava com uma capela construída no mesmo ano da fundação. Esta capela teria o nome de Bom Jesus da Glória e viria a ser tornar conhecida no futuro como “Igreja da Missão”.[11][12][14]
Com o aldeamento missionário de Bom Jesus da Jacobina, os Franciscanos reuniram os indígenas remanescente, com destaque para os paiaiás, com o propósito de catequisá-los.[11][12] Esta foi a missão religiosa que existiu por mais tempo na região, tendo existido até 1847.[13][14]
A Vila de Santo Antônio de Jacobina
Entrementes o progresso opulento que emanava das minas adquiria forma e a Coroa promoveu o barulhento arraial à categoria de vila mediante Carta Régia de D. João V, datada de 5 de agosto de 1720. Com o nome de Vila de Santo Antônio de Jacobina a nova povoação integrava as freguesias de Santo Antônio de Pambu e Santo Antônio do Urubu.[carece de fontes]
O lugar escolhido para ser sede foi a chamada Missão de Nossa Senhora das Neves do Sahy (atualmente pertencente ao município de Senhor do Bonfim), aldeamento indígena fundada por padres franciscanos em 1697. A instalação deu-se em 2 de junho de 1722, em solenidade presidida pelo coronel Pedro Barbosa Leal, na qualidade de representante do Vice-Rei do Brasil, Vasco Fernandes César de Meneses. Por estar situada em lugar distante das minas, a sede da vila foi mudada, em 15 de fevereiro de 1724, da Missão do Sahy para a Missão do Bom Jesus da Glória. Nesse local, edificaram-se a Igreja e o Convento de Bom Jesus da Glória.
Várias pessoas de outros lugares do Brasil, inclusive estrangeiros, migraram para a região do município ao saberem da exploração de minérios.[8]
A exploração aurífera prosseguia fora do controle oficial e em escala tão crescente que o governo da metrópole, para melhor garantir a arrecadação do seu dízimo, por Provisão do Conselho Ultramarino de 13 de maio de 1726, determinou que o Governador da Província criasse duas casas de fundição, sendo que uma devia instalar-se em Jacobina em 5 de janeiro de 1727 e outra em Minas do Rio de Contas. O resultado foi surpreendente e auspicioso, arrecadando-se, na mina de Jacobina, em apenas dois anos, cerca de 3.841 libras de ouro, não obstante a difícil fiscalização sobre atividade de tal natureza.[carece de fontes]
Em 4 de fevereiro de 1743 foi instalado o termo da comarca de Jacobina pelo desembargador Manuel da Fonseca Brandão. Desde então, Jacobina passou a contar com um órgão da Justiça Colonial portuguesa para resolver os conflitos locais.[15]
A vila de Jacobina estendia-se por cerca de 300 léguas, em terras de propriedade da Casa da Ponte, dos Guedes de Brito, abrangendo desde o Rio de Contas e indo até os limites de Sergipe, incluindo a Cachoeira de Paulo Afonso. As terras onde se encontra atualmente a cidade pertenceram a Antônio Guedes de Brito, Antônio da Silva Pimentel, João Peixoto Veigas e Romão Gramacho Falcão.
Jacobina durante o Brasil Independente
Em 15 de março de 1837, pela Lei Provincial n.49, o território do município foi acrescido das terras de Mundo Novo.
A partir de 1848, a notícia da descoberta de diamantes na Chapada Diamantina determinou o êxodo de grande número de garimpeiros em busca de novas fontes de mineração. Seguiu-se então prolongada fase de decadência, que provocou o declínio das atividades locais, intensificada pela demora para a elevação da vila à categoria de cidade, o que só ocorreu em 28 de julho de 1880, pela Lei Provincial 2.049, valendo-lhe o título de Agrícola Cidade de Santo Antônio de Jacobina (mais tarde, apenas Jacobina). Sua instalação ocorreu a 11 de janeiro de 1893, no governo de Joaquim Manoel Rodrigues Lima.
O primeiro prefeito de Jacobina, Antônio Manoel Alves de Mesquita, tomou posse em 1893. Foi procedido na chefia do executivo, por junta de cinco membros nomeados pelo Governador, que administrou o município durante o período 1890/92.
Finamente, como fato histórico importante, sobressai-se a atitude da Câmara Municipal, que, reunida extraordinariamente em 21 de outubro de 1822, prestou solidariedade e fidelidade ao Príncipe Regente, por ocasião da Proclamação da Independência.
Formação administrativa
O distrito de Jacobina foi criado em 1720 e o Município a 24 de junho de 1722. A criação da freguesia somente se verificou em 1752. A sede municipal foi elevada à categoria de cidade pela Lei provincial n.º 2.049, de 28 de julho de 1880, com o título de “Agrícola Cidade de Santo Antônio de Jacobina”.
O Município é composto de 4 (quatro) distritos e 22 (vinte e dois) povoados:
Distritos: Caatinga do Moura, Itaitu, Itapeipu, Novo Paraíso, Lages do Batata, Cachoeira Grande e Junco.
Povoados: Barro Branco, Baixa do Poço, Barrocão de Cima, Cafelândia, Canavieira de Fora, Genipapo de Cafelândia, Genipapo de Olhos D´Água dos Góis, Guariba, Itapicuru, Malhadinha, Palmeirinha, Pé de Serra, Pedra Branca, Piancó, Pontilhão, Velame e Várzea da Lage, Coxo de Fora, Coxo de Dentro, Pau Ferro, Pontilhão, Curralinho, Pingadeira;
Emanciparam-se de Jacobina: Serrolândia (1962), Várzea Nova (1985), Capim Grosso (1985) e Ourolândia (1989).
Atendimento
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Nós da Dedetizadora Compasan atendemos em Jacobina 24 horas por dia, Sábados, Domingos e Feriados com nossos técnicos uniformizados e frota própria de veículos oferecendo assim a garantia de um serviço limpo e bem realizado com um prazo de atendimento em até uma hora.



