Poços Artesianos em Barreiras

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Poço Artesiano em Barreiras

Confecção de Poços Artesianos em Barreiras BA

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A Importância dos Poços Artesianos:

A escassez de água é uma preocupação global, e a Bahia não está imune a esse desafio. Os poços artesianos representam uma solução valiosa para garantir o acesso contínuo e sustentável à água. Essa tecnologia permite a captação de água subterrânea de forma eficiente, proporcionando independência em relação às fontes convencionais, como redes municipais.

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Barreiras é um município localizado no estado da Bahia, Brasil. É considerado um dos principais centros urbanos do Oeste, Localizado no Oeste Da Bahia. Possui uma população significativa e uma economia diversificada, com destaque para a agropecuária, comércio e serviços. A cidade é conhecida por sua extensa área rural e pela produção agrícola, incluindo cultivo de grãos, frutas e pecuária. Sua população conforme o censo do IBGE em 2022 era de 159 743 habitantes, sendo o município mais populoso do oeste baiano e o décimo do estado da Bahia. Barreiras é um dos vinte e quatro municípios que compõe a Região Intermediária de Barreiras e um dos dezessete que compõe a Região Imediata de Barreiras.

Barreiras é a capital regional de toda a área que compõe o território do oeste baiano, região que totaliza uma população de um milhão de habitantes, e exerce sua influência sobre municípios de outros estados, mais precisamente a região do MATOPIBA, sendo um importante polo agropecuário e o principal centro urbano, político, educacional, médico, tecnológico, econômico, turístico e cultural de toda a sua região. Barreiras, junto às suas cidades circunvizinhas, compõe a maior fronteira agrícola do Nordeste.[15]

Possui o terceiro maior IDH do estado da Bahia, com valor de 0,721, atrás apenas de Salvador e Lauro de Freitas, além de ter o segundo maior do interior da Região Nordeste, depois de Imperatriz, no Maranhão.[7]

Etimologia
O porto da localidade era o último, no Rio Grande, pois, 5 km acima, havia grandes barreiras de pedra, o que impossibilitava a navegação. Por isso, era chamada de O Porto das Barreiras. Ao surgir como povoado, ao redor do seu porto, a atual cidade de Barreiras, recebeu o nome de São João, em homenagem ao seu padroeiro. No entanto, como o local já era chamado de Porto das Barreiras o povoado passou a ser chamado de Vila de São João das Barreiras, até que, por ocasião da sua emancipação política, o nome do Município foi abreviado para apenas Barreiras.[16]

Saiba Mais

 

História

Antigo centro comercial de Barreiras.
Na época da chegada dos colonizadores europeus ao Brasil, no século XVI, a porção central do país era ocupada por indígenas do tronco linguístico macro-jê, como os acroás, os xacriabás, os xavantes, os caiapós, os javaés, dentre outros.[17]

A região onde está localizada a cidade de Barreiras pertenceu a Pernambuco até meados de 1824. D. Pedro I desligou o atual oeste da Bahia do território pernambucano como punição pelo movimento separatista conhecido como Confederação do Equador.[18][19] A então Comarca do São Francisco foi o último território desmembrado de Pernambuco, impondo àquele estado uma grande redução da extensão territorial, de 250 mil km² para os 98.311 km² atuais. Após três anos sob administração mineira, a região foi anexada à Bahia em 1827, permanecendo assim desde então.[20][21][22] Este caráter provisório é um dos maiores vetores para a criação do Estado do Rio São Francisco chegando haver propostas protocoladas no Congresso para desmembrar o território da antiga comarca em um novo estado, todavia sem sucesso.[23]

Até 1890 o território pertencia ao primeiro município da região extremo oeste baiano, Campo Largo que em 1925 teve seu nome mudado para Barão de Cotegipe e mais tarde simplificado para Cotegipe, onde foi emancipado as terras que se denominaram Brejo de Angical em virtude das extensas matas de angico, que mais tarde simplificou para Angical. Em 1850, habitava uma casinha junto ao porto, em terreno da Fazenda Malhada, de propriedade do coronel José Joaquim de Almeida, o barqueiro Plácido Barbosa, tido como o pioneiro do município, que juntamente com seu patrão, Francisco José das Chagas, morador a meia légua dali, se ocupava de receber e descarregar as barcas chegadas, cujas mercadorias fazia seguir em tropas de animais para localidades vizinhas do estado de Goiás ou para fadas da Ribeira. Em 1880 era um povoado com 20 casebres de taipa ou adobe. A grande abundância, nas matas locais, da mangabeira, de cuja seiva se fazia a borracha, foi fator definitivo de crescimento e de uma nova atividade econômica, pela qual o acanhado povoado pôde progredir mais rapidamente e obter, logo no ano seguinte, 1881, a criação de sua freguesia.[24] Mais 10 anos de franca prosperidade passou a ser distrito de paz do município de Angical, em virtude de Lei municipal de 20 de fevereiro de 1891. Em seguida ganhou a categoria de vila, a que foi elevado pela Lei estadual nº 237, de 6 de abril de 1891, que também criou o município respectivo, com território desmembrado do de Angical. A vila e o Conselho Municipal começaram a funcionar em 26 de maio de 1891, enquanto o “Fórum”, em agosto do mesmo ano.[25]

A sede municipal adquiriu foro de cidade pela Lei estadual nº 449, de 19 de maio de 1902, investindo-se nessa categoria em 15 de novembro desse mesmo ano, quando já possuía mais de 630 casas e 2.500 habitantes. No início do século XX o progresso chega a Barreiras e deixa marcas dessa época, nos imponentes casarões de arquitetura neoclássica. Verdadeiro monumento arquitetônico, que em parte sobrevive até hoje mesmo com o acelerado crescimento urbano da cidade. Em 1908, um jornal semanal “Correio de Barreiras” era publicado e editado pela Tipografia Lima. No ano de 1918, Geraldo Rocha, inaugura o Cine Teatro Ideal, onde programas de auditórios e espetáculos musicais fizeram o maior sucesso, sob o comando do talentoso Mário Cardoso.

Na década de 1920, com o aumento do consumo de energia elétrica, o aproveitamento dos rios tornou-se importante. Agraciada com a segunda hidrelétrica da Bahia, Barreiras atraiu muitas indústrias, que foram fechadas quando a usina foi desativada.[26] Em 15 de março de 1943 começou a operar uma agência do Banco do Brasil, o primeiro banco da cidade.

A chegada da energia elétrica impulsionou as usinas beneficiadoras de cereais e algodão, possibilitou a instalação de uma fábrica de tecidos e fios de algodão e de um curtume industrial instalados pelo Cel. Baylon Boaventura. Nesta mesma época, Dr. Geraldo Rocha, havia fundado a empresa Cia. Sertaneja e, através dela, muito realizou para o progresso de Barreiras. Na década de 1930, Dr. Geraldo Rocha, constrói um grande Frigorífico Industrial que produzia e exportava charque, paio, salame e salsicha.[27]

Até 1850, no entanto, a futura capital regional não passava de um agrupamento de 20 casebres de taipa. A ocupação dos Cerrados Baianos era devagar e rarefeita, mantendo-se assim até os anos de 1940-1950. Essa situação deve-se aos seguintes fatos: primeiro, o limitado dinamismo da economia baiana, o comércio decadente em Salvador, além de na região sul ocorrer um surto do cacau; e segundo, a ausência de atividades dinâmicas na região.[28]

Praça São João, Barreiras. Arquivo Nacional

Cais de Barreiras no início dos anos 1990
Nesse contexto socioeconômico, foram montadas as bases de uma economia regional que conjuntamente ao transporte de mercadorias, via porto, dinamizava a produção agrícola, bem como estreitava as relações comerciais e pessoais. De certa forma, a cidade de Barreiras estabelecia a polarização econômica, após ter se desmembrado do município de Angical, fator que influenciou ainda a formação de uma classe política local.[29]

A situação geográfica às margens do Rio Grande permitiu ao município de Barreiras alcançar um desenvolvimento maior do que outros municípios vizinhos. Era pelo porto de Barreiras que escoavam além da borracha da mangabeira, gêneros alimentícios e até ouro dos garimpos de Goiás.[30][31]

A região estava marcada pelas relações estabelecidas com outros estados do Brasil Central e menos com a capital Salvador. O comércio era realizado, após os barcos subirem o rio São Francisco, com povoados de Goiás, os do atual Tocantins, e ainda com a Amazônia. O isolamento dessa região em relação ao litoral é marcante até o final da década de 1950.[32]

Na década de 1970, marco das transformações produtivas no campo, o baixo valor das terras, a destinação governamental de créditos agrícolas e o movimento migratório sulista introduziram formas modernas de produção agrícola. A participação do Governo Federal permitiu tirar o isolamento que o município vivia em relação aos outros centros urbanos, seja do ponto de vista das rodovias ou dos investimentos em pesquisa científica. Mesmo assim, a pecuária extensiva e a agricultura familiar desenvolvida nos vales ainda representavam as principais fontes econômicas de subsistência e de trocas comerciais com outros municípios do Oeste Baiano.[33]

A economia, até então, estava pautada no poder dos latifundiários, com os coronéis detentores de vastas terras. Quanto ao Cerrado, “inexplorado” pela pecuária, ainda possuía extensas áreas preservadas. Com a chegada do 4º BEC (Batalhão de Engenharia e Construção) em 1969, oriundo de Crateús – CE, deu-se início a construção parcial da BR 242 para Salvador, que promoveu a interligação do município com outras cidades na Bahia e com o restante do Brasil pelas rodovias federais.[34]

No início da década de 1980, o município passou a receber grande número de produtores rurais migrantes da Região Sul, atraídos pelo seu potencial agrícola.[35]

Geografia

Cais de Barreiras
De acordo com a divisão regional vigente desde 2017, instituída pelo IBGE,[36] o município pertence às Regiões Geográficas Intermediária e Imediata de Barreiras.[37] Até então, com a vigência das divisões em microrregiões e mesorregiões, fazia parte da microrregião de Barreiras, que por sua vez estava incluída na mesorregião do Extremo Oeste Baiano.[38]

Com uma área de 8 051,274 km²[1] (1,4256% do território baiano), Barreiras faz limite com os municípios de Luís Eduardo Magalhães, São Desidério, Cristópolis, Angical, Riachão das Neves, Formosa do Rio Preto, Novo Jardim (TO) e Ponte Alta do Bom Jesus (TO). A cidade é cortada pelo Rio Grande, principal afluente da margem esquerda do Rio São Francisco e é atravessada por três rodovias federais sendo elas a BR-020, a BR-135 e a BR-242 tornando-a no principal entroncamento rodoviário da região. Está a 871 km da capital do estado, Salvador,[39] e a 613 km da capital federal, Brasília, interligada diretamente pela BR 020.[40] A

Sua área urbana se estende do vale da Serra da Bandeira ao norte, (onde se localiza o Aeroporto de Barreiras) e vai até o vale da Serra do Mimo ao sul, cortada pelas rodovias e pelo Rio Grande que atravessa a mancha urbana de sudoeste a nordeste fazendo diversas curvas por dentro da cidade separando-a em duas grandes zonas. A primeira zona, mais populosa, se desenvolveu a partir do antigo cais, do centro comercial da cidade e da ampliação e criação de avenidas. A segunda zona se desenvolveu a partir do bairro Barreirinhas, do curso d’água que alimentava as turbinas da Hidrelétrica Rocha (chamado popularmente de “Canal do Rêgo”). Entretanto o que alavancou o desenvolvimento urbano do município foi a inauguração das três rodovias federais construídas pelo exército na década de 1970.[41][42][43]

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Como os Poços Artesianos são Feitos?

A Compasan utiliza métodos avançados e tecnologia de ponta na perfuração e construção de poços artesianos. O processo inicia com a identificação de aquíferos potenciais por meio de estudos geofísicos, seguido pela perfuração utilizando equipamentos especializados. A empresa adota práticas sustentáveis, garantindo a preservação do meio ambiente durante todo o processo de instalação.

Vantagens dos Poços Artesianos Compasan:

  1. Sustentabilidade: Os poços artesianos da Compasan promovem o uso responsável dos recursos hídricos, reduzindo a dependência de fontes superficiais.
  2. Custo-Benefício: Investir em um poço artesiano pode representar uma economia significativa a longo prazo, eliminando a necessidade de pagar por água de outras fontes.
  3. Independência Hídrica: Tenha acesso à água de maneira contínua e independente, sem depender de sistemas públicos sujeitos a interrupções.
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